Ergonomia

Inovação traduzida em ambientes racionais.

Desde a sua fundação, em 1983, a Marelli busca total sintonia com o mercado através de uma mentalidade aberta e de vanguarda. Na década de 90, a empresa atingiu seu ponto de superação e foi além de uma simples fabricante de móveis para escritório, passando a produzir ambientes de trabalho completos e serviços especializados. 

A ideia do produto ficou ligada à qualidade, funcionalidade e aplicação dos princípios ergonômicos. Hoje, o maior objetivo da Marelli continua sendo a busca de um ambiente de trabalho mais produtivo e prazeroso para as pessoas. Um conceito traduzido pela razão, sem esquecer que a emoção também faz parte do ambiente de trabalho.

Introdução

A arquitetura corporativa de interiores, assim como o desenvolvimento de móveis para escritórios, vem sofrendo constantes revoluções, que são direcionadas pela evolução tecnológica das várias disciplinas envolvidas no ambiente de trabalho, dentre elas, novas ferramentas, sistemas, sustentabilidade e preocupação com o bem estar do ser humano em sua atividade (ergonomia).

A tendência é utilizar sempre o mínimo de recursos possível, tendo maiores resultados, tanto de impacto no meio ambiente como financeiro de curto, médio e longo prazo.

Com os avanços da tecnologia da informação que concentraram diversas funções em dispositivos únicos, os monitores planos, CPU’s menores e o arquivamento digital, a necessidade de espaço reduziu-se e gerou um novo conceito de projetar, onde se prima pelo aproveitamento de espaço, aproximando mais as pessoas sem perder o conforto e tendo ainda como benefícios maior interação e redução de custo imobiliário.

O projeto corporativo é racional, a funcionalidade doutrina toda elaboração, que deve imprimir conforto, leveza e praticidade, que é conseguido pelo minimalismo no mobiliário e distribuição ortogonal dentro das áreas. O bom espaço de trabalho, além de aumentar a produtividade da empresa, faz parte da sua imagem perante fornecedores e clientes.

Ergonomia

O termo ergonomia é originário do grego ergon (trabalho) + nomos (regras), e foi utilizado pela primeira vez pelo cientista e biólogo polonês Wojciech Jastrzebowski em 1857 em um artigo com o título “Ensaio de ergonomia ou ciência do trabalho, baseada nas leis objetivas da ciência da natureza”.

“Ergonomia é o estudo científico, da relação entre o homem, seus meios, métodos e espaços de trabalho. Seu objetivo é elaborar, mediante a contribuição de diversas disciplinas científicas que a compõem, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos e dos ambientes de trabalho e de vida”. Conceito da International Ergonomics Association (IEA).

“Ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano”. Definição de ergonomia da Associação Brasileira de Ergonomia (ABERGO).

Embora não exista um material consistente sobre a história da ergonomia, sabe-se que teve grande incremento depois da 2° Guerra Mundial, quando a industrialização toma um impulso maior, e começa a surgir uma maior integração entre homem, atividade e máquina.

Quase 100 anos mais tarde em 1949, um engenheiro inglês chamado Murrel criou na Inglaterra a primeira sociedade nacional de ergonomia, a “Ergonomic Resarch Society”.

Posteriormente desenvolveu-se em diversos países industrializados, como a França, Estados Unidos, Alemanha, Japão e nos países escandinavos.

Em 1959 é fundada a “International Ergonomics Association”.

Na data de 31 de agosto de 1983 é criada a “Associação Brasileira de Ergonomia”.

A partir do início dos anos 80 a ergonomia começa a ter duas linhas de direcionamento, a europeia e a americana.

•       Europeia (abordagem situada): privilegiam as atividades do operador, priorizando o entendimento da tarefa, os mecanismos de seleção de informações, de resolução dos problemas, de tomadas de decisão. Tudo se inicia com a observação do trabalho, em condições reais. Em seguida, tem-se a verbalização do trabalho executado pelos próprios operadores especificamente nele envolvidos e considera-se a aprendizagem da tarefa e a competência do trabalhador.

•       Americana (abordagem clássica): preocupam-se, principalmente, com os aspectos físicos do homem (anatômicos, antropométricos, fisiológicos e sensoriais), objetivando dimensionar a estação de trabalho, facilitar a discriminação de informações dos mostradores e a manipulação dos controles. Para tanto, realizam-se simulações em laboratórios (onde medem alcances, esforços, discriminação visual, rapidez de resposta), mantendo constantes algumas variáveis dos homens com dimensões extremas (5 e 95 percentis).

Segundo Hendrick (1993) a ergonomia é classificada em quatro fases de acordo com a tecnologia enfocada. Em cada uma delas, nota-se que a adaptação do posto vai perdendo a força para a qualidade do processo, da organização e da qualidade de vida como um todo.

1° fase: Ergonomia de Hardware ou Tradicional surgiu durante a 2° Guerra Mundial e representa o início da ergonomia “human factors” como ciência formal. Incialmente concentrou-se no estudo das características físicas do ser humano (capacidades e limites) com utilização militar e em seguida direcionando-se para área civil, voltadas às questões físicas e fisiológicas e biomecânicas do ambiente de trabalho e na interação dos sistemas homem-máquina.

2° fase: Ergonomia do Meio Ambiente que trata das questões ambientais naturais e artificiais (ruído, vibrações, temperatura, iluminação, aerodispersóides) que interferem no trabalho. Fortaleceu-se em função do interesse em compreender melhor a relação do ser humano com seu meio ambiente que se integram também com as questões ecológicas de reequilíbrio do planeta atualmente muito em voga.

3° fase: Ergonomia de Software ou Cognitiva lida com o processamento de informações, com o advento da informática de forma massiva a partir da década de 80. Essa modalidade está focada na interface da interação entre o homem e a máquina, que deixa de ser como na fase tradicional (antropométrica, biomecânica e fisiológica), e passa ter boa parte desse relacionamento intangível no campo físico, o operador não manuseia mais o produto, mas sim comanda uma máquina que está operando sobre o produto. A tecnologia da informação passa a ser uma extensão do cérebro e as interfaces para operação tem que levar em conta fatores cognitivos para facilitar o comando.

4° fase: Macroergonomia diz respeito a uma visão mais ampla da ergonomia, deixando de se restringir ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, ela entra no contexto organizacional, psicossocial e político de um sistema. Diferencia-se das anteriores por priorizar o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas. O que garante intervenções ergonômicas com melhor resultado, reduzindo o índice de erros, e gerando maior aceitação e colaboração por parte das pessoas envolvidas.

Fisiologia e biomecânica

Trabalho estático: é aquele que exige contração contínua de alguns músculos, para manter uma determinada posição. Isso ocorre, por exemplo, com os músculos dorsais e das pernas para manter a posição de pé; músculos dos ombros e do pescoço para manter a cabeça inclinada para frente e assim por diante. O trabalho estático é altamente fatigante e, sempre que possível, deve ser evitado. Quando isso for inevitável, deve ser aliviado, permitindo mudanças de posturas, melhorando o posicionamento de peças e ferramentas ou providenciando apoios para as partes do corpo com o objetivo de reduzir as contrações estáticas dos músculos. Também devem ser concedidas pausas de curta duração, mas com elevada frequência, para permitir relaxamento muscular e alívio da fadiga.

Trabalho dinâmico: é aquele que permite contrações e relaxamentos alternados dos músculos, como na tarefa de martelar, serrar, girar um volante ou caminhar. Este é menos maléfico a nossa estrutura física, embora não isento de riscos.

Antropometria

Ciência que estuda as dimensões do corpo humano e a amplitude de seus movimentos. Há muito tempo o homem médio já não é objetivo de estudo e sim uma escala do menor até o maior que engloba 95% da população, é para essa gama de pessoas que tudo deve ser desenvolvido. Infelizmente ainda existem dados científicos consistentes produzidos sobre a população brasileira.
 

Objetivos da Ergonomia

O principal objetivo prático da ergonomia é elevar a qualidade de vida do ser humano, e assim elevar seu desempenho no trabalho, diminuir a fadiga, evitar doenças e acidentes, tendo por consequência um melhor resultado qualitativo e quantitativo das atividades realizadas.

Preservar a saúde do bem mais precioso das corporações é o aspecto mais importante dentro da indústria, comércio e serviços, tendo em vista que aproximadamente 65% das patologias diagnosticadas nos consultórios médicos e hospitais tem origem no ambiente de trabalho, dentre as principais estão as L.E.R., D.O.R.T. e o Stress.

L.E.R.

É a abreviatura de Lesões por Esforços Repetitivos e consiste em uma entidade, diagnosticada como doença, na qual movimentos repetitivos, em alta frequência e em posição ergonômica incorreta de qualquer atividade humana, seja ela profissional ou não, podem causar lesões de estruturas nos tendões, músculos e ligamentos.

D.O.R.T.

Os distúrbios osteomusculoligamentares relacionados ao trabalho, são um grupo heterogêneo de distúrbios funcionais ou orgânicos causados pela fadiga neuromuscular oriunda do trabalho realizado em uma posição fixa (trabalho estático) ou com movimentos repetitivos. Os sintomas são variados e iguais aos da L.E.R., dor, formigamento, dormência, choque, peso, fadiga, a diferença é que as D.O.R.T. tem origem comprovada em uma atividade profissional.

Stress

Um dos aspectos que mais afeta a qualidade de vida, o cansaço físico e mental combinados. De acordo com Rossi (2005) stress não é um estado de espírito, é a reação do indivíduo a uma adaptação e pode causar um conjunto de sintomas físicos, psicológicos e comportamentais.

Em pesquisa realizada pela ISMA do Brasil com 1000 profissionais, constatou-se que 70% dos brasileiros, economicamente ativos, sofrem as consequências do excesso de tensão no dia a dia.

Hoje não podemos viver sem stress, por vezes tem função benéfica servindo de impulso para as pessoas conquistarem seus objetivos, quebrando a acomodação. O segredo está na forma que se gerencia o stress e ergonomia tem papel fundamental, pois serve para aliviar as tensões sofridas pelo homem, tanto físicas como psicológicas.

Postura

É a atitude que a pessoa assume, utilizando a menor quantidade de esforço muscular e ao mesmo tempo protegendo as estruturas de suporte contra traumas. A postura é o aspecto mais influenciado pela cadeira e mobiliário corporativo. O assento e o mobiliário estão em contato físico direto com o corpo, e irão favorecer o aspecto postural.

Posto de Trabalho

Assento

Sentar para fisiologia humana é uma atitude de descanso, por isso quando ficamos por um tempo muito longo nessa posição, ela passa ser prejudicial à fisiologia do nosso corpo. Muitas das atividades humanas acontecem nessa posição, o que obriga as pessoas a ficar boa parte do dia sentadas e expostas a uma série de problemas físicos, principalmente na coluna vertebral (cervical, torácica e lombar), ombros e circulatórios nos membros inferiores.

Com essa constatação médica, a partir dos anos 60 o ergonomista suíço Etienne Grandjean inicia suas pesquisas para minimizar os impactos dessa posição ao organismo. Inicialmente os trabalhos estão focados na cadeira de escritório, a fim de entender como ela deveria ser para se tornar um apoio confortável e saudável, em que fosse possível passar várias horas do dia, sem sentir fadiga, dores ou causar patologias crônicas.

Desde então a busca pelo desenho perfeito vem acontecendo, embora não seja tão simples assim estabelecer um padrão único, mas já evoluímos muito, hoje conhecemos metodologias projetar cadeiras com desenho que favorece a anatomia e fisiologia humana, com regulagens que permitem o ajuste completo às necessidades antropométricas de cada usuário, melhorando conduta postural, aliviando tensões e a fadiga, e por consequência o redução das dores e doenças crônicas.

Ao lado temos a imagem de uma cadeira completa no que se refere a regulagens, e acima mostra as regulagens básicas necessária a uma cadeira operacional, suas funções e benefícios.

Mesas

A mesa de escritório está em contato direto com o usuário, é a plataforma de apoio para praticamente todas as atividades realizadas durante o dia, atendimento de telefone, digitação, manuseio de documentos, anotações, entre outros. Diversos modelos já foram e ainda são fabricadas, porém independente de tendências estéticas podemos elencar 5 aspectos principais que devem ser respeitados.

Altura: Segundo Panero e Zelnik (2002) a mesa para escritórios coletivos deve respeitar entre 73 e 76 cm (a norma brasileira entre 72 e 75 cm), sendo a altura adequada para favorecer a boa postura, tendo por base o dimensional antropométrico das pernas que serve de referência para o dimensional dos assentos.

Profundidade: Deve possibilitar os espaços livres necessários entre teclado e monitor observando a distância mínima da tela em relação aos olhos.

Largura: Deve ser adequada a acomodar todos os acessórios, documentos e materiais necessários para o andamento das atividades.

Espaço inferior: Deve acomodar confortavelmente as pernas do usuário, sem choques acidentais e permitindo a angulação correta das articulações.

Flexibilidade de modificações: Possibilitar que dispositivos, acessórios e equipamentos possam ser reposicionados facilmente.

Com o móvel dentro dos padrões de dimensionamento ergonômico, vem o segundo aspecto da mesa, que elencamos em dois itens.

Equipamentos: O teclado e mouse devem estar dispostos de forma a evitar o contato com o antebraço na borda do tampo. O topo da tela do monitor deve estar na linha de altura dos olhos, para que se trabalhe com a angulação correta do pescoço.
 
Organização: Na superfície da mesa de trabalho as tarefas devem ser organizadas dentro das áreas de alcance ótimo ou máximo do posto de trabalho, dependendo da importância, ordem e frequência das mesmas, essa é uma responsabilidade do usuário.

Ergonomia

O termo ergonomia é originário do grego ergon (trabalho) + nomos (regras), e foi utilizado pela primeira vez pelo cientista e biólogo polonês Wojciech Jastrzebowski em 1857 em um artigo com o título “Ensaio de ergonomia ou ciência do trabalho, baseada nas leis objetivas da ciência da natureza”.

“Ergonomia é o estudo científico, da relação entre o homem, seus meios, métodos e espaços de trabalho. Seu objetivo é elaborar, mediante a contribuição de diversas disciplinas científicas que a compõem, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar em uma melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos e dos ambientes de trabalho e de vida”. Conceito da International Ergonomics Association (IEA).

“Ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano”. Definição de ergonomia da Associação Brasileira de Ergonomia (ABERGO).

Embora não exista um material consistente sobre a história da ergonomia, sabe-se que teve grande incremento depois da 2° Guerra Mundial, quando a industrialização toma um impulso maior, e começa a surgir uma maior integração entre homem, atividade e máquina.

Quase 100 anos mais tarde em 1949, um engenheiro inglês chamado Murrel criou na Inglaterra a primeira sociedade nacional de ergonomia, a “Ergonomic Resarch Society”.

Posteriormente desenvolveu-se em diversos países industrializados, como a França, Estados Unidos, Alemanha, Japão e nos países escandinavos.

Em 1959 é fundada a “International Ergonomics Association”.

Na data de 31 de agosto de 1983 é criada a “Associação Brasileira de Ergonomia”.

A partir do início dos anos 80 a ergonomia começa a ter duas linhas de direcionamento, a europeia e a americana.

•       Europeia (abordagem situada): privilegiam as atividades do operador, priorizando o entendimento da tarefa, os mecanismos de seleção de informações, de resolução dos problemas, de tomadas de decisão. Tudo se inicia com a observação do trabalho, em condições reais. Em seguida, tem-se a verbalização do trabalho executado pelos próprios operadores especificamente nele envolvidos e considera-se a aprendizagem da tarefa e a competência do trabalhador.

•       Americana (abordagem clássica): preocupam-se, principalmente, com os aspectos físicos do homem (anatômicos, antropométricos, fisiológicos e sensoriais), objetivando dimensionar a estação de trabalho, facilitar a discriminação de informações dos mostradores e a manipulação dos controles. Para tanto, realizam-se simulações em laboratórios (onde medem alcances, esforços, discriminação visual, rapidez de resposta), mantendo constantes algumas variáveis dos homens com dimensões extremas (5 e 95 percentis).

Segundo Hendrick (1993) a ergonomia é classificada em quatro fases de acordo com a tecnologia enfocada. Em cada uma delas, nota-se que a adaptação do posto vai perdendo a força para a qualidade do processo, da organização e da qualidade de vida como um todo.

1° fase: Ergonomia de Hardware ou Tradicional surgiu durante a 2° Guerra Mundial e representa o início da ergonomia “human factors” como ciência formal. Incialmente concentrou-se no estudo das características físicas do ser humano (capacidades e limites) com utilização militar e em seguida direcionando-se para área civil, voltadas às questões físicas e fisiológicas e biomecânicas do ambiente de trabalho e na interação dos sistemas homem-máquina.

2° fase: Ergonomia do Meio Ambiente que trata das questões ambientais naturais e artificiais (ruído, vibrações, temperatura, iluminação, aerodispersóides) que interferem no trabalho. Fortaleceu-se em função do interesse em compreender melhor a relação do ser humano com seu meio ambiente que se integram também com as questões ecológicas de reequilíbrio do planeta atualmente muito em voga.

3° fase: Ergonomia de Software ou Cognitiva lida com o processamento de informações, com o advento da informática de forma massiva a partir da década de 80. Essa modalidade está focada na interface da interação entre o homem e a máquina, que deixa de ser como na fase tradicional (antropométrica, biomecânica e fisiológica), e passa ter boa parte desse relacionamento intangível no campo físico, o operador não manuseia mais o produto, mas sim comanda uma máquina que está operando sobre o produto. A tecnologia da informação passa a ser uma extensão do cérebro e as interfaces para operação tem que levar em conta fatores cognitivos para facilitar o comando.

4° fase: Macroergonomia diz respeito a uma visão mais ampla da ergonomia, deixando de se restringir ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, ela entra no contexto organizacional, psicossocial e político de um sistema. Diferencia-se das anteriores por priorizar o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas. O que garante intervenções ergonômicas com melhor resultado, reduzindo o índice de erros, e gerando maior aceitação e colaboração por parte das pessoas envolvidas.

Antropometria

Ciência que estuda as dimensões do corpo humano e a amplitude de seus movimentos. Há muito tempo o homem médio já não é objetivo de estudo e sim uma escala do menor até o maior que engloba 95% da população, é para essa gama de pessoas que tudo deve ser desenvolvido. Infelizmente ainda existem dados científicos consistentes produzidos sobre a população brasileira.